FORMAÇÃO DOS DOCENTES EM MATEMÁTICA
VIESES LEGISLATIVOS
DOI:
https://doi.org/10.29327/235797.1.10-3Palavras-chave:
Formação Docente, Educação Matemática, Legislação.Resumo
A escolha do tema surgiu de uma inquietação, enquanto docente da área, diante dos diversos comentários sobre o ensino e a maneira como os alunos se comportam diante das aulas desta disciplina e principalmente por perceber a falta de qualificação profissional dos docentes para exercer a árdua função de transmissor de conhecimentos. Sendo necessário que os docentes tenham entendimento de que a sua formação não é um processo acabado que se encerra com a graduação, mas sim que se estende ao longo de sua atividade docente, fazendo parte de toda a sua trajetória profissional, assumindo, assim, uma característica de infinitude. Desse modo, este artigo tem o escopo de caracterizar a formação docente a partir do aliar de teoria e legislação. Assim, o futuro da educação matemática não depende de revisões de conteúdos, mas da dinamização da própria matemática, procurando levar a prática à geração de conhecimento, pois o ensino de hoje clama por profissionais que despertem nos alunos os conhecimentos adormecidos e aflorem o gosto e o entusiasmo para perceberem que a matemática está em todo lugar.
Referências
ALTET, M.; PAQUAY, L.; PERRENOUD, P. A profissionalização dos forma-dores de professores: realidade emergente ou fantasia? In: ALTET, M; PA-QUAY, L; PERRENOUD, P. A profissionalização dos formadores de professo-res. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003b, p. 233-244.PIMENTA, S. G.; ANAS-TASIOU, L. G. C.; CAVALLET, V. J. Docência no ensino superior: construindo caminhos. In: BARBOSA, R. L. L. Formação de educadores. São Paulo: Unesp, 2003, p. 267-278.
ANASTASIOU, L. das G. C. Construindo a docência no ensino superior: relação entre saberes pedagógicos e saberes científicos. In: FELDMAN D.; ROSA, D. E. G.; SOUZA, V. C. (Org.). Didáticas e práticas de ensino: interfa-ces com diferentes saberes e lugares formativos. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
BALZAN, N. C. Formação de professores para o ensino superior: desafios e experiências. In: BICUDO, M. A. V.; DA SILVA JUNIOR, C. A. Formação do educador e avaliação educacional. São Paulo: Unesp, 1999.
BRASIL, Constituição República Federativa do Brasil, 1988.
CANÁRIO, Rui. A prática profissional na formação de professores. In: CAMPOS, Bártolo Paiva. Formação profissional de professores no ensino su-perior. Porto: Porto Editora, 2001.
FERREIRA, A.B.H. Novo dicionário Aurélio da língua portuguesa Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. p.328.
GARCÍA BLANCO, M. M. A formação inicial de professores de matemática: fundamentos para a definição de um curriculum. In: FIORENTINI, D. (Org.). Formação de professores de matemática: explorando novos caminhos com outros olhares. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2003.
JARANDILHA, D.; SPLENDORE, I. Matemática já não é problema. 2 ed.; São Paulo; Cortez, 2006.
LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB 9394/96)
LDBEN - LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL 1996.
MASETTO, Marcos Tarciso. Competência pedagógica do professor univer-sitário. São Paulo: Summus, 2003.
MENDES, E. G. Perspectivas para a construção da escola inclusiva no Brasil. In: PALHARES, M. S.; MARINS, S. C. Escola inclusiva. São Carlos: EdUFSCar, 2002.
MORI, Iracema. Matemática: Ideias e Desafios. 10 ed. São Paulo. Saraiva, 2001.
PCN - Parâmetros curriculares nacionais: Matemática/ Secretaria de Educa-ção Fundamental – Brasília: MEC/ SEF. 1998. 148p.
VITTI, C. M. Matemática com prazer a partir da história e da geometria. 2° Ed. Piracicaba- São Paulo. Editora UNIMEP. 1999.
VEIGA, I.P. A. Projeto político-pedagógico: continuidade ou transgressão para acertar? In: CASTANHO, M.E.L.M.; CASTANHO, S. (Org.). O que há de novo na educação superior: do projeto pedagógico à prática transformadora. Campinas: Papirus, 2000.